Por Thomas W. Malone

O barulhento debate em torno de quantos e quais empregos as máquinas inteligentes deixarão para os seres humanos parece deixar passar um ponto importante: assim como a automação do trabalho no passado permitiu às pessoas e às máquinas fazerem muitas coisas que não poderiam ter sido feitas antes, grupos de pessoas e computadores  trabalhando juntos serão capazes de realizar muitas atividades que, sozinhos, não podem fazer hoje.

Quase todas as conquistas humanas – do desenvolvimento da linguagem escrita ao sanduíche de peru – exigiram o trabalho de grupos de pessoas, e não somente de indivíduos. Os grupos que conquistam tudo isso são o que chamo de “superminds” [supermentes]: indivíduos trabalhando juntos de modo inteligente.