“Aprendemos trabalhando, trabalhamos aprendendo.” Essa frase é um dos pilares da cultura HSM, e confesso que é a de que mais gosto e com a qual mais me identifico. Talvez seja mesmo esse o motivo pelo qual sinto prazer em trabalhar na HSM. Ter uma cultura que inclui o aprendizado contínuo como parte do trabalho – e materializa isso contabilizando o tempo dedicado a aprender e valorizando os experimentos, até os fracassados – faz toda a diferença para quem é profissional no século 21.

Ninguém mais aguenta ouvir falar de mundo VUCA, eu sei, mas não há como escapar dele. É só com a real compreensão dessas circunstâncias voláteis, incertas, complexas e ambíguas sintetizadas na sigla que entendemos, rápida e profundamente, quão necessário é se adaptar. Precisamos nos adaptar a tudo: à velocidade das mudanças, aos novos formatos de trabalho, às novas exigências do mercado, às novas tecnologias. E não existe adaptação sem aprendizado – todas as pessoas terão de se tornar aprendizes para a vida.

Os indivíduos – muitos, ao menos– já estão fazendo sua parte, buscando aprendizado com mais frequência, e indo além dos diplomas e da sala de aula tradicional. É só observar a demanda por podcasts, audiobooks, plataformas de conteúdo on demand, MOOCs etc.