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Você propõe que o mundo rápido e conectado conduz a influência mais ampla para impulsionar sucesso. Como isso pode ser feito?

Bem, um líder tem que reconhecer que não se trata só de liderar sua equipe direta de liderança, provavelmente tem uma equipe além.

Às vezes, essa equipe não responde a você diretamente. Poderia estar até fora da sua organização. E então, além disso, há participantes múltiplos com os quais tem que se envolver

para alcançar um propósito ou missão.

E então, o que isso significa é que, como líder, tem que ser capaz de influenciar muitos desses diferentes participantes e pessoas que estão na sua equipe além. Obrigado.

E quanto aos 4 pontos que atribui aos líderes do século 21? Navegar, criar empatia, 'todos saem ganhando' e autocorreção?

Esses 4 diferenciais de liderança para o século 21 surgiram de conversas com líderes que estavam, de fato, prosperando em um mundo mais global e digitalmente conectado, que é muito mais complexo.

E as dimensões, rapidamente são: navegar, que significa que está abraçando a incerteza e lendo os sinais para ser capaz de moldar seu futuro.

Criar empatia, que significa que pode se conectar com muitas pessoas, das quais vai precisar para cooperarem com você, para alcançar um propósito ou missão. Autocorreção, que é a habilidade de abandonar um comportamento

ou um modelo de negócio que te fez ter sucesso no passado, mas não é mais relevante. E então, 'todos saem ganhando',

que se trata de uma criação de valor que não é só para sua organização, mas para o ecossistema de parceiros com os quais colabora.

Obrigado.

Parece que empatia não foi uma característica muito associada a liderança no passado. Concorda com isso? Se sim, o que mudou?

E por que é tão importante agora?

Empatia, de alguma forma, sempre esteve presente nos melhores líderes. Há um aspecto dela que é um elemento atemporal. Mas acho que a diferença agora é ter

empatia com pessoas que são muito diferentes de você, que pensam de forma muito diferente, que operam com diferentes modelos mentais, sistemas de valores e prioridades. E então, o desafio no século 21,

se vai mobilizar uma aliança para alcançar algo, é ser capaz de ver o mundo da perspectiva de pessoas que são muito diferentes de você,

e fazer com que se sintam como se realmente as entendesse, as valorizasse e apreciasse a contribuição única que podem trazer.

E como navega sem certezas nesse mundo incerto? É possível aprender a deixar todas essas velhas ideias para trás?

Sim, a parte da navegação tem a ver com simplesmente se manter ciente e sintonizado com quaisquer forças, tendências ou sinais que possam perturbar seu negócio, ou sua organização, ou sua vida, realmente.

E realmente se trata de se manter muito curioso: falar com pessoas diferentes sobre muitos assuntos, viajar para lugares diferentes. Agora, com o benefício de todo esse conhecimento e percepção que ganhou

através da navegação, deveria então tomar decisões a respeito de quais são as coisas que fez antes que foram práticas muito bem-sucedidas ou comportamentos, mas que dado ao que aprendeu através da navegação

simplesmente não serão mais relevantes. E às vezes, por ser incerto e não haver uma resposta única, tem que permitir experimentação,

tentar coisas, e não esperar para que tudo esteja perfeito. E realmente, bem honestamente, só ter a coragem de parar de fazer a coisa que te fez bem-sucedido,

mas que, no futuro, não será tão relevante. Ótimo.

Quais métodos inovadores podem ajudar a preparar a próxima geração de líderes? Na sua opinião.

Acho que há muitas formas de se preparar a próxima geração de líderes. Mas o denominador comum é aumentar as exposições: a pessoas diferentes,

a situações diferentes, a partes do mundo diferentes, a quanto mais diferenças possível. Porque o que isso vai fazer é expandir o repertório dos líderes de soluções, se quiser colocar assim.

E como podemos medir a relação entre a escolha do grupo de líderes e seu impacto na criação de valor e na preservação da sua vantagem competitiva na empresa?

Acho que há uma nova definição de valor. Acho que antes, líderes podem ter pensado em valor como uma transação bilateral.

Então, valor para um cliente, valor para e com um fornecedor. Acho que agora realmente tem que pensar em aumentar o valor

por todo esse ecossistema de parceiros: participantes internos assim como externos, aumentar a torta toda, se quiser colocar assim.

Para que todos obtenham valor maior, não só você ou sua organização às custas de outros.

Última pergunta: como reter os líderes mais adaptáveis em um ambiente econômico desafiador?

Essa é uma questão muito importante: a retenção de grandes líderes. Especialmente se são líderes surgindo nas próximas gerações. Porque há, de fato, muita falta de talento por todo o mundo.

E há muitas empresas, muitas organizações que estão prosperando para obterem o melhor talento possível. Então, temos visto situações onde organizações investem

no crescimento de líderes maravilhosos, e então outras os atraem. Então, a forma de reter é assegurar que o que está fornecendo a esse líder é uma proposta de valor muito convincente para ele.

Significa que dá a ele uma oportunidade de contribuir com seus talentos, o ajuda a alimentar e cultivar esses talentos, faz com que se sinta valorizado e apreciado,

e como se realmente estivesse fazendo uma diferença perturbando o que está fazendo e moldando o futuro.