Um exército de escolas invadiu as empresas para dar aulas, uma multidão de professores atraiu os gestores para serem seus alunos e logo surgiu o primeiro problema: como, muitas vezes, o aluno entende mais de negócios do que o professor, não era fácil este capturar a atenção daquele.

O desafio mantém-se até hoje, assim como acontece com o tempo que o gestor consegue dedicar ao estudo, cada vez mais escasso diante das agendas lotadas de emergências.

Reconhece-se, no entanto, que Senge tinha razão. A complexidade crescente do mundo só pode ser resolvida com o aprendizado permanente. Mas o modo de oferecer tal aprendizado precisa ser ajustado, e é o que começa a acontecer.