Nesta entrevista, o especialista discute em detalhes o papel dos boards em orientar e supervisionar companhias de capital aberto, discorre sobre governança em empresas familiares, oferece recomendações para os conselheiros e os três Ts que eles devem dominar e compartilha sua ideia sobre a importante participação de diretores-financeiros para destravar o desempenho dos boards.

Os conselhos têm mudado seu jeito de ser?

Sim. Sinceramente, costumávamos ser bem preguiçosos. Os conselhos costumavam ser vistos como “recompensa” por serviços prestados. Eram inchados em número de membros e com frequência negligentes no desempenho de suas tarefas.